parece uma sucursal do Millenium BCP com aquelas fardas cor-de-rosa dos empregados (pouco simpáticos, diga-se) e o ambiente asséptico. Não fosse o grupo de chineses (japoneses?, sul-coreanos?, martim monizenses?) a jogar poker e estaria quase a ir ao engano e a actualizar a caderneta.
Não fui lá, naturalmente, jogar. Não sei como se joga um único jogo. Tenho uma ideia, mas só de ver nos filmes: sei que a roleta rola, o poker tem cartas e a slot machine slota. O que domino mesmo são matraquilhos, sueca, dominó, berlinde, escondidas, mamã dá licença e snooker, mas nenhum destes jogos ancestrais se encontra representado nos casinos, pormenor que me afasta fatalmente deste tipo de antros de podridão, a não ser por mera questão de curiosidade, precisamente por serem podres e antros, dois pormenores que o Casino de Lisboa não apresenta, pelas razões aventadas (adoro tergiversações à volta do verbo 'aventar' e gosto também da palavra 'tergiversações') no post anterior.
O comentador Sérgio anda-me a picar (mas simpaticamente, vá) e ontem fez-me um comentário num post antigo a dizer isto: 'Ao ler os teus iluminados posts parece-me que tu sentes que és metade daquilo que querias ser e daí vem muito (não todo) desse "azedume".'
Acabei de explicar tudo, meu caro.
4 comentários:
Enfim... Haja algum blog que me faça rir... porque esta lanzeira está que não se pode!
*vénia* eheheh
Há que referir que o Sérgio é uma pessoa perspicaz
Não há podridão nenhuma, aquilo cheira bem, e o dono é rico. bfds
Pensa o lado positivo, não passas indiferente na vida dessa gente...
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